Melhorias do sistema de saúde pública

Saúde

1. SAÚDE MENTAL MAIS PERTO

Mais acesso a psicólogos e psiquiatras perto de casa. Cuidar da saúde mental de perto é acolher , prevenir e transformar vidas.

Nenhuma pessoa deve esperar uma crise para conseguir ajuda.

A saúde mental precisa ser tratada como parte essencial da saúde pública. Hoje, muitas pessoas enfrentam sofrimento emocional, ansiedade, depressão e outros transtornos, mas encontram dificuldades para acessar atendimento especializado. A demora por uma consulta, a falta de profissionais em algumas regiões e a distância até os serviços dificultam o cuidado no momento em que ele mais é necessário.

A proposta é fortalecer a saúde mental dentro das Unidades Básicas de Saúde (UBSs), transformando esses espaços em portas de entrada também para o cuidado emocional.

Por meio da telemedicina, psicólogos e psiquiatras poderão atender pacientes nas próprias UBSs, ampliando o acesso e garantindo acompanhamento mais rápido e próximo da realidade de cada comunidade.

Saúde mental não pode ser um privilégio de poucos.

2. DO DIAGUINÓSTICO AO CUIDADO

Do Diagnóstico ao Cuidado Mais agilidade para identificar o TEA e outras alterações do desenvolvimento na infância e também em adultos que ainda não tiveram diagnóstico. Ampliar o acesso à avaliação, orientação, encaminhamento e acompanhamento especializado é fundamental para garantir cuidado adequado e mais oportunidades. Diagnóstico não é ponto final. É o início de um cuidado que transforma.

Receber um diagnóstico pode mudar a forma como uma pessoa e sua família compreendem desafios vividos durante anos. Para muitas crianças, jovens e adultos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e outras alterações do desenvolvimento, a demora na identificação significa também demora no acesso ao apoio, à orientação e ao acompanhamento necessário.

Por isso, nossa proposta é fortalecer e ampliar o acesso a uma jornada de cuidado mais ágil, humanizada e integrada: da identificação dos primeiros sinais ao acompanhamento especializado.

O objetivo é facilitar o acesso à avaliação e garantir que crianças e adultos que apresentem sinais de alterações no desenvolvimento possam receber orientação, encaminhamento e acompanhamento adequado, no momento em que mais precisam.

3. PEDIATRIA NA ATENÇÃO PRIMÁRIA

Mais pediatras e neuropediatras na atenção primária. Mais atenção ao crescimento e desenvolvimento das crianças desde os primeiros anos de vida. Cuidar cedo é prevenir hoje e dar mais oportunidades para o futuro.

O trabalho dos médicos de família é fundamental para um cuidado integral. Mas a infância possui características próprias e desafios específicos que exigem também um olhar especializado.

Uma criança não deve ser acompanhada apenas quando a doença aparece. Ela precisa de cuidado contínuo, prevenção e profissionais preparados ao lado da família.

Defender a pediatria na Atenção Primária é defender um olhar mais atento para uma fase decisiva da vida.

4. GINECOLOGIA NA ATENÇÃO PRIMÁRIA

Ginecologista de Volta aos Postos de Saúde

Objetivo: garantir atendimento ginecológico regular nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs), fortalecendo a prevenção, o diagnóstico precoce e o acompanhamento contínuo da saúde da mulher.

Como funcionaria:

* Ginecologista com agenda regular nas UBSs, priorizando regiões com maior demanda e menor oferta de atendimento especializado.

* Consulta ginecológica completa na própria unidade, evitando que a mulher precise peregrinar por diferentes serviços.

* Prevenção do câncer do colo do útero e da mama, com ampliação da coleta de preventivo, avaliação clínica e encaminhamento rápido quando houver alteração.

* Atendimento para todas as fases da vida, incluindo adolescência, saúde reprodutiva, planejamento familiar, climatério e menopausa.

* Fluxo direto para a atenção especializada quando o caso exigir exames ou procedimentos de maior complexidade.

* Busca ativa de mulheres que estão há anos sem acompanhamento, utilizando a Estratégia Saúde da Família.

* Teleconsultoria com especialistas para apoiar os profissionais da UBS nos casos que não exigem encaminhamento imediato.

O diferencial:

Criaria o conceito de “Linha de Cuidado Ginecológico na UBS”.

A mulher entra pela unidade básica e encontra ali o primeiro atendimento, prevenção, exames, acompanhamento e, quando necessário, encaminhamento regulado para a especialidade.

É menos distância, menos espera e mais prevenção.

5. Centros de Convivência da Longevidade

Proposta: Criar espaços de convivência nas regiões administrativas com atividades físicas, culturais, inclusão digital, lazer e atendimento social.

Justificativa: O envelhecimento da população exige políticas que promovam não apenas assistência, mas também autonomia, convivência e qualidade de vida.

Objetivo: Promover envelhecimento ativo, socialização, saúde e autonomia.

6. Centros-Dia, acessibilidade e qualidade de vida

Proposta: Ampliar a rede de Centros-Dia e a acessibilidade dos espaços públicos, além de estimular atividades esportivas e de convivência adaptadas.

Justificativa: Pessoas idosas, especialmente aquelas sem uma rede familiar de apoio, precisam de serviços que contribuam para sua proteção e autonomia.

Objetivo: Ampliar a proteção social, a acessibilidade e as oportunidades de convivência e atividade física para a população idosa.


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